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O Américo apresenta-nos um contexto familiar bastante diferente e um estilo de vida marcado pela prática do swing. Ele diz que no mundo do swing as pessoas são mais felizes. Será?

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«Sempre tive uma pessoa ou duas certas e depois aquelas pequenas aventuras. (…) Eu e a minha mulher estamos juntos, só a nível sexual é que não… Já não me inspira. (…) Em relação ao resto, se eu tiver um problema grave eu sei que ela está ali. E ao contrário também. E já nos aconteceu muita coisa durante estes anos todos. (…) Eu acho que a única pessoa em que eu confio a 100% é a minha mulher. (…) [Cada um tem as suas relações…?] Da parte dela não sei se tem, eu tenho. [E ela sabe? Ou não se fala sobre isso?] Não se fala sobre isso. [Não há discussões? Não há ciúmes?] Ahhh…não. Não porque, a Nadir, a mãe da minha filha sabe… Quando me conheceu já sabia mais ou menos o que eu era. Nunca menti. [Então diga-me lá o que é que é?] Quer dizer, sou… Gosto de conhecer as outras pessoas. Há certas atracções. Porque é que a gente há-de fugir delas se a gente as tem? É mais por isso. [A fidelidade não tem valor…] Não. (…) Pronto, eu vivo agora num mundo…que é mais o mundo do swing. As pessoas vão para lá e, pronto, desde que haja atracção tudo se pode fazer. E digo-te, neste mundo as pessoas vivem mais felizes. Não há ciúme, não há aquela complexidade da vida, disto e daquilo. (…) Claro que na minha família e no meu trabalho ninguém sabe nada disto.»

 

(sic) César, 46 anos, casado (formalmente), 1 filho, bacharelato, técnico de farmácia.

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