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José António Saraiva escreve sobre as mudanças sociais que têm atravessado grande parte dos países ocidentais - a entrada das mulheres no mercado de trabalho e as consequências danosas para o bem-estar da família e crianças em particular.

 

 

 

Enquanto leio o artigo, uma série de sentimentos e reacções vão-se sucedendo: risos, gargalhadas descontroladas, vergonha alheia, incredulidade... 

 

No seu ensaio, caracteriza a sociedade portuguesa pré-moderna como matriarcal(?). Enumera uma série de consequências negativas que, a seu entender, se devem ao facto de as mulheres terem deixado de se ocupar da família e tarefas domésticas. Entre as nefastas consequências da igualdade de direitos conta-se o aumento do adultério, "tarefas domésticas por fazer", mais divórcios...enfim, o fim de um mundo onde as famílias eram felizes e tudo corria bem. 

 

O director do Sol (peço desculpa ao jornal pela publicidade negativa) pergunta, a determinada altura, se as mulheres são hoje mais felizes? José António Saraiva não sabe que a resposta é muito simples.

  

As mulheres são felizes quando conseguem dar-se bem na carreira. São felizes enquanto cuidam dos seus filhos. São felizes quando conseguem conciliar o trabalho e a família. São felizes quando têm a seu lado um homem que se orgulha do seu sucesso profissional, que partilha com ela o trabalho doméstico e o cuidado das crianças. Eventualmente, seriam menos felizes se tivessem a seu lado um homem que considera natural as mulheres dedicarem a sua vida exclusivamente à família, não podendo exercer um trabalho, mantendo-se dependentes de um homem. Para o bem da felicidade de todos, homens como este vivem de costas para o futuro e pouca influência terão no que daqui para a frente vai acontecer.

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