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Estive no programa A Tarde é Sua, na TVI, com a Iva Domingues a falar sobre o meu livro Super Homem ou Algo do Género. Obrigada Iva pela simpatia e um agradecimento também à produção do programa pelo convite!

 

Deixo aqui os vídeos para quem quiser espreitar :)

 

Parte I                       

Parte II                    

Parte III

 

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Jackpot parental

17.07.17

Cá em casa é assim! Mãe é mãe e pai é pai. Os nossos papéis de pais não se complementam porque não são diferentes. São equivalentes.

 

Claro que cada um de nós, eu e o Frederico, temos formas diferentes de fazer determinadas coisas, diferentes modos de embalar a Mariana, por exemplo, mas a dedicação e a capacidade de cuidar da nossa filha é igual. É assim porque o pai, tal como eu, faz questão de assumir todas as responsabilidades decorrentes da decisão de ter uma filha. 

 

Felizmente, nesta matéria, o Frederico não é uma raridade, e cada vez mais os homens são pais assim, a 100%. Esta é uma das grandes transformações sociais das últimas décadas, na esfera familiar. 

 

À Mariana saiu o JACKPOT :D

 

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O Serafim, um dos homens que eu entrevistei para o livro, fala sobre depilação. Ele depila o rabo e fá-lo com a ajuda da sua esposa. Porque não!?

 

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«Se eu tivesse condições (…) para não estar sempre a fazer estas depilações, tirava tudo. Inclusive, já estive a ver os orçamentos para fazer isso. (…) Até foi por causa da minha mulher, que ela também reclama muito disso. [Reclama porquê?] Porque há certos sítios que ela não chega e que sou eu a fazer. Eu ajudo-a a ela e ela ajuda-me a mim, é engraçado. [Na parte de baixo fazes tudo? Tiras tudo até ao rabo?] Tudo. Só no rabo é que faz ela. Ela ajuda-me. [Pois, porque tu não consegues.] Não, não consigo. [Se bem que com o creme é mais fácil.] Sim, mas mesmo assim não consigo, ela tem de me ajudar. Quando é para ela sou eu a ajudar. É um momento daqueles enormes (risos). [De rir.] Não é de rir, é mais de, como se diz…é mais um momento nosso. Pouca gente faz isso, ou quase ninguém faz isso.»

 

Serafim, 23 anos, união de facto, 2 filhos, 12º ano, medidor.

 

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De coração cheio, só me apetece agradecer.

 

Obrigada à Alexandra Ferreira, ao Fernando Alvim e à Isabel Branco que comigo partilharam o palco. Foi uma tarde muito bem passada! Um agradecimento muito especial ao meu editor, Gonçalo Bulhosa, por ter agarrado este projecto com tanto entusiasmo. Para agradecer aos meus entrevistados até me faltam palavras... sem eles não haveria livro. Para quem esteve na audiência 

 

O livro já está disponível para venda online na FNAC e na WOOK!

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No meu livro Super Homem ou Algo do Género analisei em pormenor as primeiras experiências sexuais dos meus entrevistados. Construí uma tipologia que compreende três formas bem distintas de vivenciar este importante momento: iniciação de sonho, iniciação precoce e iniciação precipitada. O Abília encaixa-se naquilo que denominei de iniciação precipitada.

 

«Eu perdi a virgindade já tarde. Tinha 18 anos, foi no Porto, na altura do São João, numa casa na ribeira. Ela era 10 anos mais velha do que eu, tinha 28 anos. Tínhamo-nos conhecido num casamento. A relação demorou muito pouco tempo. (…) Mas recordo-me muito bem dessa noite, com muito carinho. Nunca mais falei com essa pessoa. Acho que ela nunca soube que eu perdi a virgindade com ela. Eu tremia que nem varas verdes. As minhas pernas eram uma coisa… Num prédio velhíssimo. E acho que a envolvência daquilo tudo… Acho que foi muito engraçado. Muito giro.»

 

Abílio, 40 anos, casado, 1 filho, licenciatura, gestor de produtos bancários.

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Lá em casa é o André que assume grande parte das tarefas domésticas, pois a sua esposa tem uma actividade profissional muito exigente e com um horário alargado. Ela ganha mais, ele não se sente injustiçado.

 

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«[E com as tarefas domésticas lá em casa?] Eu faço. [Mais do que ela?] Mais do que ela. Praticamente tudo. Não me ocupo da roupa, por exemplo, nem da limpeza porque temos uma empregada, tínhamos uma empregada… Agora temos uma empresa que faz limpeza. Mas refeições, arrumações, sou eu que as faço. [E como é que lidas com isso, há aí algum sentimento de injustiça?] Não, para mim é perfeitamente perceptível, eu tenho tempo… e aprendi de facto a gostar de fazer.»

 

André, 42 anos, casado, 1 filho, mestrado, professor do ensino secundário.

 

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***Não faltem à apresentação do livro SUPER HOMEM OU ALGO DO GÉNERO***

Vai haver muitas surpresas!

Dia 13 de Junho, às 16h na Feira do Livro.

Depois vão comer as sardinhas!!!

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